terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Diva!


Não podia deixar de estampar a cara da Viola Davis aqui mais uma vez, e desta, com um óscar nas mãos! Parabéns Viola, és uma inspiração.
Melhor actriz, melhor discurso, melhor pessoa, melhor tudo!

#fangirl

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete músicas para o bom humor

Woo hoo! Alegria a todo mundo que saiu o sol. Abram-se as janelas! Pelo menos entre as 11H e as 15H... Ainda falta mais de um mês para chegar a Primavera mas hoje fomos agraciados com um autêntico dia de Primavera. Há que aproveitar.

Uma imagem de janelinhas bonitas porque sim.

Inspirada pelo sol, e também pela música (porque fui tomar a minha dose de vitamina D pela cidade com os fones nas orelhas), decidi partilhar aqui sete faixas que são verdadeiras pílulas de energia e boa disposição.
Primeiro, eu NÃO CONSIGO viver sem música. Está presente em todos os dias da minha a vida a quase todas as horas. Depois, gosto de gastar umas boas horas do meu tempo livre a descobrir música, novas e velhas bandas, mas gosto especialmente de descobrir bandas novas. E em seguimento disto, gosto de fazer playlists (infelizmente o tempo das mixtapes acabou) apropriadas para as estações do ano, para as alturas do dia ou até para algum momento em concreto que estou a viver na minha vida. Aliado a isso, 95% da música que ouço é música alegre e enérgica, muito upbeat e com letras catitas. Tenho que estar mesmo muito deprimida para ouvir música triste mas até quando estou em baixo ouço música alegre-triste. Sabem ao que me refiro? Algumas faixas que vou partilhar bem que encaixam nesse bittersweet mood. Acho que gosto mais de música melancólica do que propriamente música triste, e aquelas que eu gosto de ouvir nos meus momentos introspectivos ficarão para um próximo post, num qualquer dia de chuva.
Sem mais demoras, aqui fica uma pequena sugestão de músicas para levar o dia com um sorriso e a dançaricar.



 1. BØRNS - Seing stars



Gosto muito dos BØRNS. Uma daquelas bandas das quais gosto de todas as músicas. Esta é daquelas assim, realistas-optimistas. Os BØRNS têm uma outra faixa, "Past Lives", que é simplesmente das coisas mais lindas que ouvi na vida. Fica a dica. 


2. Crystal Fighters - Good Girls
  


Os Crystal Fighters são outros em que se gosta de tudo o que eles fazem. Eles têm um estilo bem definido e todas as músicas estão cheias de boas vibrações, tanto que me custou escolher só uma para o link. Tive mesmo que tirar à sorte. "Love Alight", "You and I", "Love Natural", "Wave". Tantas e tão boas. 


3. Matt and Kim - Daylight
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O que dizer? Mal esta música começa a tocar, eu fico logo bem-disposta. É instantâneo. O Matt e a Kim são uns fixes e têm músicas tão giras. Esta fala-me a um nível pessoal e é umas das minhas predilectas, de sempre.


4. Washington - Rich Kids
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Um ritmo contagiante a lembrar o folcrore e uma letra bem engraçada com a qual também me identifico pessoalmente. Uma pena que não sejam mais conhecidos. 


5. Foster The People - Houdini


Já estes são bem mais conhecidos. Tiveram o hit "Pumped Up Kicks", apesar que na minha opinião, "Houdini" é a obra-prima deles. É perfeita. É contagiante. E a minha música favorita para dançar. 


6. Royal Concept - Smile


Como quase todas nesta lista, cá está outra na onda "ah e tal, nada me corre bem, mas eu cá ando todo feliz da vida".


7. Walk The Moon - Different Colours

 
Estes são outro esquadrão da boa energia. Decidi colocar o link para esta música que deposita em mim tanta esperança e sentimento bom. Mas por exemplo há a "Shut Up and Dance", a "Work This Body", a "Tightrope" e a "Anna Sun" que já falei aqui uma vez no blogue, quando andava completamente viciada nesta banda. Ainda ando. Sou absolutamente fangirl do Nick Petricca. Também têm uma música chamada "Portugal" que é linda mas mais no estilo melancólico, como não podia deixar de ser.


E então, bora ir dançar na rua?

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

10 coisas que são um turn-off


Listas! Quem não gosta de uma boa lista?
Só um aparte... Hoje em dia estamos tão americanizados, que eu estive aqui imenso tempo a pensar no equivalente à expressão "turn off" neste contexto em português. A única da qual me lembrei foi corta-pica. Por isso, à falta de melhor expressão, cá vão as dez coisas que para mim cortam a pica num gajo, ou numa gaja. Nota: claro que não acrescentei à lista coisas óbvias como psicopata, agressivo(a), caluteiro(a), má pessoa em geral, etc.
São dez comportamentos leves e discutíveis:

1. Erros ortográficos - não vale a pena tentar passar uma borracha por cima, vai sempre causar-me impressão e diminuir a pessoa no meu agrado.

2. Não gostar de gatos - Ok, não gostar de animais em geral é um turn off mas porquê os gatos? Posso estar enganada mas acho que isto revela muito sobre a personalidade e a maneira como alguém se relaciona com os outros, também o quanto essas pessoas prezam a individualidade e a independência, ou não.

3. Mandar mensagens a toda hora - Os chamados melgas, ou em inglês, serial texter. Calma com o andor! Tal como com os amigos, o essencial basta, e uma ou outra piada inteligente que nos vem à cabeça. Não há pachorra.

4. Gostar de kizomba ou outros gostos musicais duvidosos - eu sou bastante ecléctica, respeito os gostos musicais de outrém e não frequento o meio onde se ouve este tipo de música, mas definitivamente, não! Até aguento sertanejo se a pessoa vale a pena, mas kizomba, não!

5. Pressa em entrar numa relação - Acho que nem vale a pena acrescentar mais nada. Roma não se fez num dia. 

6. Tirar muitas selfies - Quase todos nós, portadores de um smartphone, já tirámos uma ou outra selfie num dado momento. Mas fazer da selfie um hábito, ou ter-se como figura central em todas as fotos, é algo que para mim, não encaixa.

7. Fumar - Fumar é outro hábito muito pouco atraente. Não diria que é impossível olhar por cima disso, mas é difícil, admito.

8. Ser pinga-amor -  Escrevi um post há alguns anos aqui no blog sobre esta espécie. Tal como ser muito carente, também é um turn off. Sempre fui da opinião que quem muito de apaixona, pouco tem por que se apaixonar.

9. Não ter ambições próprias - Antes das pontes que construímos com as outras pessoas, temos que construir o nosso castelo. Aquilo que nos distingue. É preciso ter paixão e gosto por alguma coisa, sei lá, nem que seja coleccionar cromos.

10. Vaidade/Materialismo - Não me lembrei da palavra certa para explicar este turn off. Mas sabem aquelas pessoas que são uns autênticos pavões humanos? Tipo, vendem o fígado para ter um carro vistoso e passam os dias de folga no shopping a comprar roupa e a sua maior preocupação é escolher entre aquelas sapatilhas todas brancas ou aquelas sapatilhas brancas com um risco vermelho? É, eu não gosto disso.


E termino a lista por aqui. Se bem que ainda me lembrei de mais uma ou duas coisas mas sem tanta importância para mim. Como podem ver, não sou nada esquisita.




sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Séries que vi (e gostei) em Janeiro

Estamos em pleno Inverno, e juro, pensei que nesta altura em que fico mais em casa, ia devorar mais séries do que aquelas que vi no passado mês. Mas não, porque também andei entretida com as minhas leituras e a estudar italiano. Para além disso, agora sou assídua de alguns canais do Youtube e confesso que também lá perco umas valentes horas.
Sem esquecer que só vejo séries que considero realmente boas. A vida é muito curta e a oferta muito longa para ver séries assim-assim. Se depois de três episódios não estou nem aí, por muito que elogiem a série, desisto. Por falar nisso, depois vou fazer outro post com séries que gostei muito mas desisti de ver em temporadas mais avançadas. Pode ser que tenha acontecido o mesmo convosco.

Ora aqui estão as três séries que me encheram as medidas em Janeiro e que recomendo, muito:



Fargo. Baseado no filme de 1996, que se tornou um clássico, esta série, até agora com duas temporadas (vai sair uma terceira este ano, com o Ewan McGregor como protagonista) segue a mesma premissa. Se gostam de humor negro, vai tornar-se uma das vossas séries favoritas. Está tão bem escrita e a direcção artística é de "filme que leva óscares". A primeira temporada brinda-nos com um Billy Bob Thornton no seu melhor e um Martin Freeman escolhido a dedo para o papel. A série segue vários acontecimentos numa pequena localidade do Minnesota, e é sempre Inverno. Neve, há muita neve. Portanto ideal para ver nesta altura. Não posso falar mais da série sem dar spoilers por isso vou deixar que a pontuação de 9.0 que tem no IMDb fale por si. Tenho a certeza que se vai tornar uma série de culto.



Happy Valley. Uma série britânica, originalmente da BBC, que não tem senhoras ricas e distintas a beber chá e a discutir assuntos de sociedade (sim isto é uma boca a Downton Abbey), e talvez por isso, pouco conhecida. Uma pena. É tããããão boa. Sim, é uma série de crime. Sim, é uma série dramática. Sim, já vimos isso milhentas vezes. O que é diferente? É um misto. A história, as personagens, o suspense, mas acima de tudo, tem um grande senso de realidade. Passa-se numa pequena cidade do norte de Inglaterra, e o nome da série é irónico. Cruzam-se histórias de criminosos que não tinham intenção de o ser. Personagens complexas que por vezes nos fazem torcer para que os maus da fita não sejam apanhados. Tem duas temporadas, cada uma de seis episódios, e é altamente viciante. Ah, e também tem o James Norton, que apesar de fazer um psicopata (e desempenha-o tão bem, pesadelos), não deixa de ser uma alegria para a vista. Há conversações para uma terceira temporada mas nada oficial. Tem a pontuação de 8.5 no IMDb e, como Fargo, uma forte personagem feminina. Avé.



Peaky Blinders. Esta já não me pôs em modo junkie, e por isso tenho visto a um ritmo bem mais calmo. Só vi ainda a primeira temporada, mas é sem dúvida uma série muito boa. Palmas para o pessoal da caracterização. A série transporta-nos até à cinzentona e super-industrial Birmingham após a Primeira Guerra Mundial. Os homens regressaram marcados pela guerra e dedicam-se agora aos trabalhos fabris e ao tráfico de armas. O comunismo está em crescendo, e o crime também. Amigos de outrora e irmãos de guerra tornam-se rivais. Sim, é pesado. E tal como outras séries de gangsters, segue aquela fórmula de sucesso em que a trama se desenvolve em torno de uma figura central muito carismática, neste caso, o senhor Tommy Shelby, interpretado por esse perfeitíssimo rosto humano com pernas, Cilian Murphy. E ele não é o único homem carismático da série, que também nos brinda com a figura de Winston Churchill. Pontuação de 8.8 no IMDb. Até agora, três temporadas, e diz que vêm aí mais duas.



edit- Menção honrosa


Ministério do Tempo. Esqueci-me de referir que também estou a acompanhar esta série portuguesa da RTP. É giro. E apesar de terem ido roubar a ideia aos espanhóis, acho que estão fazer um trabalho muito bom. Gosto da forma como a série nos aproxima à nossa História e é engraçado ver importantes personagens históricas de diferentes épocas a interagir. E acho um piadão ao Afonso de Noronha que quer andar sempre à porrada. É pena os episódios serem curtinhos. Fico sempre com vontade a mais.




E pronto, é isto. E vocês, que séries me aconselham a mim?