quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Stop!

Às vezes é preciso parar. Não podemos parar o tempo, mas podemos parar o que estamos a fazer. Ir respirar outros ares, ir ver caras conhecidas, conversar, brincar. Basicamente, lembrar do que a vida é realmente feita. Às vezes é preciso deitar as responsabilidades para trás das costas, a sério que é. Para nos lembrarmos de quem somos e porque é que aqui estamos. Eu nunca quis deixar nada parado, eu sempre cumpri com as minhas responsabilidades, mas a vida é demasiado especial e o mundo é demasiado estanho para mim. Por isso decidi parar. "É um bocado grave", pensaria eu cá para mim. Mas agora reparo que ninguém realmente nota. Ninguém realmente se lembra, e a vida continua. Por isso vou parar o tempo à minha maneira. Vou fazer aquilo a que chamam "viver".


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