quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Dancing in September

Ba de ya! Say do you remember! Ba de ya! Dancing in September! Pois é, amanhã já chega Setembro e eu fico logo com o raio da música na cabeça. É o meu mês! O mês dos recomeços... E eu, fazendo ou não por isso, tenho sempre algo a começar de novo em Setembro. É por isso que gosto tanto deste mês. E este é mais um ano que não foge à regra, e, para além dos novos desafios, vou viver algo inédito. Pela primeira vez, vou estar a trabalhar no meu aniversário. [wow que escândalo] Vai ser diferente daquilo a que estou habituada, sendo que sempre tive o dia para mim. Quando era miúda, não havia escola, e de adulta, procurei ter sempre o dia livre, porque pá, já que há tantos dias que passamos da mesma forma, ao menos este que seja diferente.
Mas, mesmo no antro laboral, cheira-me que me vou divertir, e muito.

Venha de lá a nova época!


E a música de que falo é a "September" dos Earth, Wind and Fire.

 

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

E hoje na seccção "música que não sai da cabeça"

Os Walk The Moon afirmam que assim se chamam porque querem que a sua música transmita às pessoas essa sensação, de "walking on the moon", que é como quem diz, andar inchado de felicidade. Confere.



P.S - Nick Petricca, you ruined me for men. I turned into a fangirl for you Petricholas!




edit: ver o FCP a jogar, com esta música na cabeça, também faz sentido... "What can I say, this house is falling apart!"

terça-feira, 16 de agosto de 2016

No cat is an island

Acordo com o despertador. Mesmo que tenha acordado vinte minutos antes do despertador tocar, volto a adormecer. Levanto-me e faço a minha rotina matinal calmamente. Saio para a rua, e a ansiedade não vem ter comigo. Entro no metro completamente relaxada. Ataques de pânico, já nem penso neles. O meu corpo regressou à sua normalidade. Continuo a ter certos percalços que aprendi a ter com a ansiedade. Aqueles percalços que não me passavam pela cabeça há dois anos e meio, antes de ter o meu primeiro ataque de pânico. Quando era assim aquela miúda que fazia as coisas sem pensar duas vezes e "bora nessa vanessa". Estou a voltar a ser essa miúda. Já me reconheço. Estou mesmo feliz comigo. Às vezes é preciso dar um passo atrás para dar dois para a frente. Outras vezes, um passo atrás transforma-se em dez para a frente. É preciso parar e pensar "o que é que me faz falta?", e procurar isso mesmo. As nossas necessidades estão sempre a mudar, por isso é importante não nos conformarmos ao que parece que estamos destinados e ir procurar o que nos faz falta. Isso implica fugir às normas. Num certo momento da minha vida, apesar de parecer que nada estava errado, comecei a sofrer de ansiedade. Então, é porque alguma coisa estava errada. E agora vejo que havia tanta coisa errada. Procurei nunca me render à vozinha que me tentava amedrontar. Tentei sempre ultrapassar os obstáculos que a minha mente, e o meu corpo, me iam colocando na frente. E felizmente, nunca deixei de fazer o queria. Mas ainda era preciso algo que fizesse a diferença, a diferença entre fazer aquele esforço extra e não fazer esforço nenhum. E esse algo foi basicamente, um back to basics.
Pessoas, se posso deixar algum conselho: estejam atentos aos sinais do vosso corpo, e estejam atentos ao ambiente que vos rodeia. É um ambiente no qual vocês proliferam? [Proliferar não é uma palavra particularmente bonita mas não me lembrei de outra]. Se não é, mais cedo ou mais tarde, isso vai reflectir-se. Saiam dos caminhos habituais. Nadem contra a corrente.
E escrevo isto sentada na mesa do pátio, sem pressa para ir fazer o jantar, enquanto vou conversando com a minha senhoria e uma amiga dela, e celebramos o facto da gata (que andava escondida há uma semana porque estávamos a tomar conta de uma cadela), ter saído do seu buraco e andar pela casa como se lhe tivesse saído o euromilhões, ou o whiskasmilhões.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Boa, agora sou eu que estou a chorar

Esta história.

A solidão é uma coisa muito séria. E como tudo o que diz respeito à saúde emocional e mental do ser humano, tudo é ainda tão tabu e tão ignorado. Nas grandes cidades e não só, perpetua-se cada vez mais esta cultura e modo de viver. "Cada um na sua vida" não significa vivermos todos como ermitas. E se agora os idosos já sofrem tanto com isto, imagino como será quando a minha geração chegar a esta idade. Nós já somos mais individualistas e alienados do que qualquer geração anterior. Se por um lado as tecnologias nos ligam ao mundo, por outro lado, parece que cada vez mais nos estão a afastar uns dos outros. Mas recuso-me a ser negativa e espero que as comunidades respondam a este flagelo (sei que muitas já o fazem).
Um bravo não só aos polícias nesta história, mas também aos vizinhos que decidiram não ignorar o choro vindo da casa ao lado.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Felizmente o sol aqui volta logo!

O dia de hoje fez-me recordar o verão londrino. Olhar pela janela e ver o "nevoeiro mijão". Pensar, "ah, isto não é nada, nem está a cair chuva a sério". Sair de casa, de sandálias e tudo, e apanhar uma molha nos cinco minutos de casa até ao metro. Tão bom.



É que até foi.