quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

No regrets

Quando penso no que tem sido a minha vida de uns meses para cá, concluo que devo estar a ter um surto à la Lester Burnham do filme Beleza Americana. Estarei eu também a passar por uma crise de meia idade? Crise de um quarto de idade?



sábado, 21 de fevereiro de 2015

Óscaralhos 2015

Ao contrário de outros anos, não estou com muita inspiração para fazer apreciações.
Dos nomeados para melhor filme, os que mais gostei de ver foram, por ordem de preferência: Whiplash, The Imitation Game, Boyhood, Birdman.
The Grand Budapest Hotel já vi quase há um atrás e lembro-me de ter ficado desanimada porque lá está, tinha muita expectativa. Theory of Everything, mesmo sem expectativa nenhuma, o filme conseguiu ser meh para mim, e vai-se a ver que ainda vai ganhar esta categoria e a de melhor actor. American Sniper e Selma não vi. Serei racista?
Quantos aos filmes "estrangeiros" não vi nenhum porque sou uma inculta estúpida.


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

E por falar em Youtube


Desde que começou 2015, muitas vezes me tem vindo à memória o facto deste ser o ano em que passa uma década de várias coisas que me aconteceram a mim e ao mundo. Faz dez anos que fiz 18 anos, faz dez anos que entrei para a universidade (minha nossa), faz dez anos que me apaixonei por Franz Ferdinand (se bem me lembro, foi mesmo por esta altura quando os vi tocar o Take Me Out nos grammys e achei aquele rock dançante um máximo), e... faz dez anos que o Youtube entrou nas nossas vidas (fui agora mesmo confirmar e não é que foi mesmo no mês de Fevereiro!).

Lembro-me muito bem da primeira vez que me deparei com o Youtube. Foi precisamente na minha altura de caloira, algures em Setembro ou Outubro de 2005, quando um amigo me mostrou um vídeo que os seus colegas de casa (estudantes de Informática) tinham colocado naquele site. O vídeo basicamente consistia em um deles vestido de vaca mimosa a correr atrás dos outros. E era isso, e tinha piada, um pequeno vídeo caseiro de comédia. E estava ali, acessível para todo o mundo. E na altura, era tudo o que se achava no Youtube, pequenos vídeos mal editados mas com muita piada. Principalmente porque naquela altura não tínhamos esse fácil acesso a este tipo de entretenimento. Hoje em dia, este site é um dado adquirido. Tudo se encontra. Documentários, aulas de guitarra, de culinária, de yoga, filmes, vídeos caseiros com MUITA qualidade, vídeos antigos, álbuns e séries inteiras, entrevistas, conferências...e por aí, e por aí. Quase que já nem nos lembramos de como era há dez anos, em que poucos vídeos haviam, e não podiam ter mais de dez minutos, e era uma alegria quando encontrávamos o videoclip de uma música que gostávamos, e quando essas músicas começaram a aparecer com qualidade sonora, e quando começaram a aparecer aqueles momentinhos da televisão, e os cães a falar, e os gatos a tombar. Eh pá, aquilo é que era uma festa. Horas e horas com o resto da malta sentados em frente ao computador, a rir ou a cantar.
Hoje, o Youtube é uma ferramenta de pesquisa, é o "canal de televisão" mais visto, é o berço de muitas celebridades desta década, é o palco onde muitos talentos se dão a conhecer. E é o emprego de muita gente. O Youtube trouxe-nos o fenómeno dos "vloggers", e são muitos aqueles que começaram a gravar vídeos a falar para uma câmera dentro de um quarto, e acabaram a fazer milhões, milhões de visualizadores e milhões de patacas... São os entertainers do século XXI, no epicentro do entretenimento da actualidade. "Broadcast yourself."
Pergunto-me como será daqui a dez anos?


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Daquelas coisas que pronto

Estou com desejos incontroláveis de ver o desenho animado D'Artacão. Vou tentar achar os episódios no Youtube. Dizem que tudo se encontra no Youtube hoje em dia. Qualquer dia tiro uma semana só para me levantar todos os dias às sete da manhã para ver as séries da minha infância, e depois vou trabalhar, e depois saio do trabalho para ver o Dragon Ball às quatro da tarde enquanto lancho sandes de queijo e marmelada e Um Bongo, e um Yoplait com Chocapic lá p'ra dentro.




domingo, 15 de fevereiro de 2015

Ballantine's Day (porque assim é para os solteiros)



Não que eu eu dê importância ao dia, ao contrário de muitos outros solteiros, que dizem não querer saber mas não se calam com o assunto e andam para aí a enfrascar-se e a choramingar, e a ter comportamentos levianos ou extremamente suicidas na rua, como quem só se quer pôr à frente de um comboio. [as figurinhas que eu vi enquanto vinha para casa agora de noite]
Gente, calma, é só um dia como outro qualquer! Se vos faz sentir melhor, lembrem-se que também estão sozinhos e sem amor todos os outros dias do ano. Mas enfim, eu cá, passei o Ballantine's a trabalhar até às onze e meia. Tendo em conta que o ano passado passei este dia numa clínica de cardiologia a fazer exames ao coração (eu sei, a ironia), podemos dizer que é um grande avanço. Eish, para o ano é que vai ser!
Agora vou mas é enfiar-me na cama com o meu portátil e o The Voice UK. Passei o dia todo a fantasiar apaixonadamente este momento.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Elsa Snicket's A Series of Unfortunate Events

E depois vem aquele momento em que o telefone vibra e eu sei que só pode ser uma pessoa, e só pode haver um motivo pelo qual está a mandar mensagem. FML.



terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Ninguém pode negar

...a sensualidade do odor de molho de tomate entranhado num soutien.