quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Mas antes da meia-noite, deixem-me dizer

O ano de 2015 está agora nos últimos cartuchos. As pessoas já nem pensam nele. Aguardam ansiosamente pelo próximo ano e por novas resoluções. Tudo o que se refere a 2015 resume-se agora em avaliações à sua prestação. E todas as pessoas que escrevem agora nas redes sociais que mal podem esperar para que este ano acabe, foram provavelmente as mesmas que ansiosamente esperaram a sua chegada há um ano atrás.
Eu entendo. Com o começar de um novo ano, há sempre uma nova esperança de que tudo vai melhorar, como se a meia-noite do dia 1 de Janeiro fosse a mesma da estória da Cinderela, mas ao contrário. A meia-noite não é o fim do feitiço mas o começo. A abóbora transforma-se num BMW, o vestido da Primark transforma-se num Oscar de La Renta, e em vez da Gata Borralheira fugir do baile completamente desaustinada, entra estilosamente no palácio onde caminha em direcção ao príncipe encantado (e perde cinco quilos entretanto) que lhe dá um daqueles beijos com pardais a cantar à volta, e vivem felizes para sempre, ou até à meada de Janeiro.
Não me interpretem mal. Não estou a tentar comprometer as celebrações do Ano Novo.
Sim, sou uma pessoa cínica q.b., e algo dada ao pessimismo, embora ninguém desconfie. É que eu até tenho aquela atitude canina de que tudo é fantástico.
O que eu quero dizer é... esta minha minha teima com a passagem de ano, não tem a ver com as resoluções nem com a esperança que tudo vai melhorar. Eu adoro novas resoluções e adoro mudanças. Apenas penso que essas podem ser feitas a qualquer dia do ano. E sempre me fez um bocadinho de fastio toda a máquina que gira à volta dos festejos do Ano Novo. As pessoas parece que ficam parvas. Pagam balúrdios para entrar em discotecas, com a bela da indumentária all black, ou então gastam ainda mais balúrdios para viajar. Enfim, cada um faz aquilo que quer com o dinheiro que tem (ou que não tem?), e têm toda a liberdade para tal, mas não deixa de me fazer uma certa confusão. Eu costumo - mais-ou-menos - ter planos para a passagem de ano. Sei, sou uma hipócrita. Eu não disse que não gostava de festejar, eu adoro festas! Só não fico maluca. Mas já tive algumas inesquecíveis, e tive outras, meh. E sim, tive um par de réveillons em que viajei e outro par em que fui para discotecas, e outro em que fui com amigos ver, ou tentar ver, os fogos-de-artifício em Londres. O resto passei em casa com a família ou com amigos, assim mesmo como eu gosto, a paparicar e a rir pela noite dentro, ou a bater tachos desalmadamente (quando estou com a minha mãe é uma alegria), para espantar as maleitas.
Mas de volta às resoluções. Como aquela música dos U2, eu também acho que nada muda no dia de Ano Novo, se nada fizermos para mudar, obviamente. Todos os anos peço saúde e paz para mim e para os meus, mas resoluções... Penso que só em duas ou três vezes as fiz, mas levei-as a sério. E mantive, e pelo menos as mais importantes concretizaram-se. Nos outros anos deu-me a preguiça de sequer pensar nisso, e "meh, não vai mudar nada mesmo". Mas porque eu sabia que não ia mudar. Não tinha nada no meu horizonte.
A verdade é que sempre me perguntei como é que as pessoas sabem que o próximo ano vai ser diferente. Ora, simplesmente sabem. Às vezes apenas se sente que algo vai mudar. Eu sei porque também já senti isso. E nas outras vezes, é o que está no horizonte. A vida tem guardadas as melhores coisas para o ano seguinte. Poder ser o nascimento de um filho, um casamento, um novo projecto, uma mudança de casa, uma viagem... E é por isso que há pessoas que dizem "mal posso esperar por 2016, vai ser fantástico". E agora sei. E prometo a mim mesma, não voltar a entrar num novo ano sem um "horizonte".

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

É isto. É isto mesmo.


"É preciso saber quando uma etapa chega ao fim. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos de viver."


Deixo-vos com um texto que me veio bater de frente hoje, algures na Internet.


Porque eu quero viver numa fábula




Ah e tal, devia estar a dormir ou a fazer algo produtivo mas aqui estou eu a ver vídeos de cães a conduzir.

Observação: Já vão quatro anos que mal pego num carro. Quando eu voltar a conduzir diariamente, vou parecer tal e qual este cão. Só espero que cada vez que estacionar com sucesso, alguém me faça uma festa daquelas também e me dê uma bolacha.


terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Memórias do Facebook

Aquela aplicação do Facebook, a que dá para relembrar o que postámos no mesmo dia nos anos anteriores, fez-me chegar a uma conclusão: Credo, eu era tão parva em 2009.
Graças ao Senhor que fui perdendo um bocado da minha tótósice. Mas é que é só no ano de 2009 que escrevo coisas sem nexo. Pergunto-me se será porque tinha acabado de aderir ao site e achava piada a escrever tudo o que ia nesta cabeça tonta. Enfim. A caminhar se vai aprendendo. Pelo menos sou genuína e não sorrateira, como alguns que andam sempre aí à espreita e não se manifestam.
Mas posto isto, eu adoro essa aplicação. Não fosse eu uma eterna nostálgica.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

O Natal foi, a magia continua

O tempo maravilhoso que tem feito nos últimos dias, convida mesmo a pôr o rabo fora de casa.  Quem diria que a prenda que iria ter no sapatinho este ano, era o solinho. Eu pelo menos, que não faço muita questão quanto à neve, gosto. Pena que os dias são mesmo muito curtos nesta altura do ano mas dá para uns passeios breves, ou "nocturnos". Ontem fui a Convent Garden. É um lugar que fica super fofo com as decorações natalícias, e este ano ainda não tinha ido espreitar. Estava a caminhar por lá, quando pensei para mim, que talvez esta era a última vez que ali ia, pelo menos enquanto londrina, e foi uma sensação tão irreal. E as memórias de momentos que passei em Convent Garden, depressa oscilaram no meu pensamento. Os passeios por lá na época natalícia, os jantares com amigos, o dia em que trabalhei na loja dos cupcakes, o dia de St. Patrick's a beber cerveja em frente à loja da Disney, os dias e largas noites passados no pub Belushi's... Tanta coisa boa ali vivi, mas são coisas que já não voltam. É passado, e passou, e agora são as boas recordações que ficam. 


 

Devo confessar que gosto mais do Rudolph verde como estava nos anos anteriores, mas sem dúvida que este ano, com aquela pose, o corpo prateado e com aquele vestido de luzes, está super "bitch, I'm fabulous".

Hoje é feriado por cá, e esteve um dia de sol espectacular, e uma temperatura de sair à rua sem casaco. "A sério, estamos mesmo a 28 de Dezembro?" pensei cá para mim, enquanto andava a perseguir os patos em Victoria Park. Tive mesmo momentos em que pensei que era só mais um dia de Verão com o parque cheio de crianças, casais, cachorros. Uma alegria. Rise and shine, what a lovely day.


Todos os patinhos sabem bem nadar, sabem bem nadar...

video


E começo já a fazer planos para o fim-de-semana do Ano Novo que também vai ser grande. Só falta que o tempo ajude também. Este mês estou mesmo numa de férias/turismo. Há que aproveitar esta fantástica cidade.

domingo, 27 de dezembro de 2015

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Um doce e feliz Natal!


Há tanto barulho lá fora, tanta confusão... mas aqui neste cantinho, no teu cantinho, reina a paz que emana de ti, o amor que reflectes nos olhos, o sorriso que não consegues conter. É Natal. É o nascimento de Cristo. E mesmo que não acredites, reconhece-lhe o simbolismo. Do recomeço. Da esperança. Deixa-te amanhecer com o brotar desse novo dia. Pensa em todos os que amas. Todos eles pensarão em ti. Guarda o teu tesouro. Guarda essa paz, esse amor, e esse sorriso, como presentes para o resto do ano.


domingo, 20 de dezembro de 2015

Um sopro de esperança

Talvez os sonhos sejam mesmo para se cumprir. Não é, Shia?




The Tale of Two Christmases in London

Faltam quatro dias para o meu último Natal em Londres (?). Vou afogar as mágoas de não estar com a família em vinho e hidratos de carbono.
Mas não deixa de ser um Feliz Natal, vou passá-lo com alguém especial que é como se fosse minha família, e que tem sido a minha família aqui em Londres. De certa forma, acho que vai ser daqueles Natais que ficam na memória, como o primeiro que aqui passámos juntas há quatro anos atrás, quando estávamos no início da nossa aventura.
Era o ano de 2011. Tínhamos chegado há três meses, tudo era novo, não tínhamos muito dinheiro mas tínhamos disposição. Planeámos aquele Natal com afinco. Íamos passar os três dias, 24, 25 e 26 com um também velho amigo na casa dele perto de Tower Bridge. Aqui, não há transportes no dia 25 e 26, então não resta muito a fazer do que ficar em casa.
Fizémos as refeições no quarto do nosso amigo porque ele não tinha mesa na cozinha. E comemos sentados no chão, e foi tão bom. Preparámos um bacalhau de bradar aos céus para a consoada e mais umas quantas sobremesas. Vivemos aquele Natal como umas autênticas crianças, a comer doces, a jogar ao Stop natalício, a ver filmes de Natal e a andar de baloiço. Lembro-me especialmente de estar constantemente a rir, muito.
Este ano, com quatro anos de Londres em cima, talvez com mais dinheiro mas com menos disposição, não deixamos de ser essas mesmas crianças que conseguem fazer de um pequeno Natal, uma grande memória e o meu entusiasmo é o mesmo. E este ano temos mesa e cadeiras.




terça-feira, 15 de dezembro de 2015

The cold always bothered me anyway

Quando é esta hora da noite e as tuas colegas de casa já estão na cama, e portanto o aquecimento central está mais baixo, mas tu acabaste o trabalho às nove da noite e ainda queres fazer alguma coisa de produtivo mas não consegues nem teclar em condições porque tens as mãos a gelar... e então decides é ir dormir também.





domingo, 13 de dezembro de 2015

Anúncios de Natal que eu gosto, muito - Perfumes







Tis' the season!

Quando o Natal se aproxima, traz com ele o frio, as luzes, a overdose diária de chocolates, a Mariah Carey... e os melhores anúncios publicitários!
Num sopro de nostalgia que me deu aqui no coração, e também por preguiça para fazer outra coisa, passei metade da tarde a rever anúncios que sempre gostei de ver na televisão por esta altura. Aqueles anúncios que chegam, e boom, dizem "JÁ É NATAL WOO HOO,  É NATAL BITCHAZZ!".
Ok, não dizem, mas é como se dissessem. Sabemos que quando um camião da Coca-Cola ou uma Popota aparecem no ecrã, já não há volta a dar. Mas para além desses, temos os perfumes (com os seus anúncios super cinematográficos que eu adoro), as bebidas alcóolicas, as operadoras telefónicas, os supermercados, a John Lewis! Enfim... É toda uma panóplia de djingolbéles, que fazem com que esta época seja aquela em não nos importamos de ficar sentados no sofá durante o intervalo.
Quero, claro, partilhar aqui alguns dos meus favoritos, mas como são muitos para um só post, decidi dividi-los por categorias. Perfumes, Bebidas, John Lewis, Portugueses. Para ver acima.





Por favor, jovens




 Como passar o teste de aptidão para Idiota com nota máxima? Tentar patentear um número/ano.

Ainda achei eu um exagero quando a outra lhe chamou de Nazi Barbie há uns dias, mas pensando melhor...



quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

A minha alegre terrinha


Ontem, na minha cidade, mais de 3600 pessoas se juntaram para fazer a maior árvore de Natal humana do mundo! É desta comunidade que me orgulho. A minha cidade sempre teve um espírito de Natal especial. São os reencontros, o matar as saudades. As missas do galo à meia-noite. As crianças que acreditam no Pai Natal, mesmo que este tenha voz de mulher... Toda a gente volta à terra por estes dias. Menos eu, este ano. Mas brevemente. Brevemente.




domingo, 29 de novembro de 2015

Buy Nothing Day

Algumas pessoas escolheram celebrar o Buy Nothing Day na mesma sexta-feira do Black Friday.
Por momentos, fiquei entusiasmada com a ideia, até me lembrar que eu já estou a celebrar o Buy Nothing Day há uns meses.




quinta-feira, 26 de novembro de 2015

A modos que já é Inverno e eu quero é vinho quente


Estou a pensar que nesta contagem decrescente, há alguns sítios que eu quero revisitar em Londres, antes de ir embora. Mas isto de ser Inverno não calha nada bem. Pubs e museus? 'Tá. A gente vê-se. Parques e ruas? Hmmm, fica para a próxima.


sábado, 21 de novembro de 2015

Bélgica

No fim-de-semana passado, fui visitar Bruges e Bruxelas. A viagem foi logo no dia a seguir aos atentados de Paris, e em solo belga, vivia-se um clima de grande normalidade.
Parece que já não é o caso, de momento.
Apesar da estranheza de ir numa viagem de lazer ao mesmo tempo que se vivia uma situação caótica e muito triste perto de nós, tentámos aproveitar ao máximo a terra dos chocolates, da cerveja e do Tin Tin.
Eu não tenho muito jeito para escrever sobre viagens, nem paras as fotografar, gosto mesmo é de as sentir. Viajámos de comboio desde Londres até Bruxelas, com ligação a Bruges no comboio mais espectacular em que já pus a pata. Foi fantástico atravessar o campo com direito a ver muitos cavalos, vacas, ovelhas, e enfim, muito verde. Há lá coisa mais romântica que uma viagem de comboio. Só para quem não vê filmes.

Já quanto às duas belas e distintas cidades, Bruges foi tão bom quanto esperava, e Bruxelas surpreendeu-me. Normalmente não se fala de Bruxelas como cidade para visitar em lazer, mas é de facto lindíssima, cheia de coisas para ver (e de waffles a €1!).

Cá vão algumas fotos assim ao molho.

Bruges by night

Manneken Pis - Bruxelas







Bruges e os seus cavalos

Bruges vista desde a torre do sino, qual Colin Farrell



Olha um Eusébio de chocolate! (brincadeirinha)

Na loja mais espectacular!







Os que habitam a casa do outro lado do canal - Bruges



Dentro da Catedral de Saint Michel em Bruxelas


Palácio da Justiça





Palácio Real

A bela da waffle


Faltou-me dizer que por causa da proximidade com o Natal, e pelo facto que agora, devido a algumas mudanças, demorarei algum tempo até viajar de novo, foi ainda mais especial. Mas oxalá.





terça-feira, 17 de novembro de 2015

Nunca gostei de ti pá

Estou aqui cheia de medo que o vento me quebre os vidros da janela. Londres é uma cidade de vento, mas como hoje... Nossa. Vai ser uma noite às claras, está-se mesmo a ver.





sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Music is a time machine

Hoje lá no trabalho ouvi um cover meio jazzie disto que me voltou a trazer esta música que aqui há uns anos me batia tão forte. E já faz dez anos que saiu, minha nossa. 


quarta-feira, 11 de novembro de 2015

E lá vêm os fatalistas com os seus fatalismos

Eu cá sempre vivi nessa tal chamada de crise. Eu cresci naquele que foi durante muitos e largos anos, o único distrito do país sem um quilómetro de auto-estrada, apesar de ser aquele que está mais perto da Europa. Até o comboio nos tiraram no início dos anos 90. Eu venho daquelas gentes do continente, sim os transmontanos, que sempre sobreviveram sem estar a contar com os apoios do governo central. Eu venho de gente que sabe trabalhar a terra, porque acreditem ou não, é o primeiro meio de sobrevivência e sustento do ser humano (!). Eu venho de uma das regiões com a primeira grande massa de emigração do país nos anos 60. Eu própria emigrei há quatro anos atrás. Eu já vi como é estar deste lado, e sinceramente não me sinto mais rica, nem financeiramente nem emocionalmente, só se for em experiências! E agora penso, nos meus singelos 28 anos de vida, quantos governos não vi já eu cair. E quê? Não tenho amiguinhos nos partidos. Por isso, vou só ali ao campo ver se as camélias já floriram.


terça-feira, 10 de novembro de 2015

Don't panic

Estava a falar com um colega de trabalho sobre os planos para o futuro próximo, ao que ele me responde "mas tens a certeza que queres fazer isso neste momento?"...



Eu juro que só me apeteceu dizer: "Oh pá, querer, quero, mas realmente tens razão, não devia. Deixa lá, fica p'ra outra reencarnação". Não disse, mas mantive as garras afiadas e a minha convicção. Pessoas, se não têm nada mais argumentado e mais positivo para dizer, calem-se. Principalmente se não sabem nem metade da estória, então calem-se mesmo.
É tão fácil atirar com a nossa negatividade para cima dos outros que nem percebemos, o quanto isso pode afectar as outras pessoas na prática. O quão ridículo se torna, e o quanto se vira contra nós mesmos. A seu tempo.
Ainda bem que eu dei de caras com aquela barraca dos coletes anti-negativismo em promoção.





quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Kindness is magic*

Londres é uma cidade confusa, apressada e impessoal. Mas por todos os lados é inundada com pequenos actos de bondade que tornam tudo isto tão especial. Pequenos actos de bondade que eu quase tenho a certeza, não são tão comuns em cidades pequenas como o são aqui. Já tive um ou dois percalços em que ninguém me deu a mão e que pensei "porra, isto até em Londres alguém me ajudaria". Porque talvez aqui queremos dar algum calor à frieza de viver entre desconhecidos. A bondade por parte de estranhos... como o vizinho que não te conhece de lado nenhum no teu prédio de 60 apartamentos que te abre a porta porque não encontras as chaves, ou a senhora que vai com pressa, mas te segura as portas do elevador abertas porque entretanto tens toda a tralha que carregas no chão e nem te consegues mover. Estas pequenas coisas. Uma a uma todos os dias. A bondade é mágica.


quarta-feira, 4 de novembro de 2015

E lá ao fundo, Sinatra canta...

She gets too hungry for dinner at eight
She likes the theatre and never comes late
She never bothers with people she hates
That's why the lady is a tramp

Doesn't like crapgames with barons or earls
Won't go to Harlem in ermine and pearls
Won't dish the dirt with the rest of the girls
That's why the lady is a tramp

She likes the free fresh wind in her hair,
Life without care
She's broke and it's ok
Hates California, it's cold and it's damp
That's why the lady is a tramp

O Outono tem destas coisas. Quer dizer, para uma nostálgica como eu, é o Outono, o Inverno, a Primavera... Estou a abraçar memórias. E a pensar, "porra, que jornada tem sido". E agora que começo a sentir outros desafios a chamarem por mim, vejo como não podia ter feito as coisas de outra forma, para terem sido da melhor forma. Os meus vintes têm sido mais repletos do que aquilo que imaginei há uns anos atrás. Não podia estar mais feliz por ter tido estes últimos anos para descobrir e me descobrir. Se a vida é feita de capítulos, porque tudo tem um início e um fim, então o da minha juventude, será sempre um milhão de estórias para sorrir. Porque esta idade nos dá aquelas inseguranças em que pensamos que poderíamos estar a fazer um milhão de coisas que não estamos, quando o que realmente importa é o que estamos a fazer agora e não mais vamos recuperar. São as pessoas, e os lugares, que conhecemos e que se calhar não vão ficar nas nossas vidas, mas que são tão parte das nossas vidas. Nada pode apagar o que num determinado momento foi ou é tão importante para nós. E se agora estou (estarei finalmente?) a tornar-me uma adulta, que seja de bem com a vida e de bem com o que já lá vai. E o que está para vir. Que esta lady será sempre uma tramp. Isso eu sei.

Oslo, Setembro 2015, celebrando as 28 primaveras

domingo, 1 de novembro de 2015

Inserir *título de destaque*

Estava a ver um noticiário português e este é o seguimento das notícias:

- Sporting;
- Chelsea, Real Madrid e afins;
- Campeonato do Mundo de Rugby;
- Temporal e cheias no Algarve.


sábado, 31 de outubro de 2015

Dia das bruxas





E o meu último Halloween em Londres. Let's make a memory. Noitada de filmes de terror com os amigos a começar às 7pm. Medo, tenham muito medo.


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Escolhas


"Um dia, Alice chegou a uma bifurcação na estrada e viu um gato Cheshire numa árvore. ❝ Que caminho devo tomar? ❞ ela perguntou. ❝ Onde queres ir? ❞ respondeu o gato. ❝ Eu não sei, ❞ Alice respondeu. ❝ Então, ❞ disse o gato, ❝ não importa. ❞"



Alice No País Das Maravilhas



sábado, 24 de outubro de 2015

sábado, 17 de outubro de 2015

O meu futuro


Banda sonora de Outono

Adoro caminhar pela cidade ao entardecer com música nas orelhas, ou na cabeça. E como as tardes de Outono são óptimas para isso, aqui ficam algumas das que andam a tocar no meu velhinho mp3 por estes dias. É uma mistura de tudo, mas prevalece a doce melancolia.

  • Magic - Coldplay
  • Wonderful Life (Black cover) - Katie Melua
  • I'm All Over It - Jamie Cullum
  • Café Curto - Diogo Piçarra
  • Barrowland Ballroom - Amy MacDonald
  • Take Me Out (Franz Ferdinand cover) - Scissor Sisters
  • Just Desserts - Marina and The Diamonds
  • Kekfoi - Oquestrada
  • Panic Cord - Gabrielle Aplin
  • Yellow - Yann Tiersen 
  • Acção - Carlos Paredes  

 

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Escrevo sem cores nem favores mas

Estava agora a ouvir António Costa em directo a falar na "vontade de uma mudança política que os portugueses mostraram em peso nas eleições" (foi mais-ou menos isto ou qualquer coisa que o valha...) Oi?? Alguém que acorde este senhor do seu sonho cor-de-rosa. Números são números, por amor à santa. Vontade de mudança, talvez. Em peso, só se forem calcular a massa muscular dos eleitores que votaram no PS.


sexta-feira, 9 de outubro de 2015

A merda do politicamente correcto, ça m'énerve

Vivemos no tempo dos fundamentalistas. Passámos do tempo em que se podia insultar tudo e todos, e havia mais era de calar, para o tempo em que até os mais claros e pequenos enganos são enxovalhados de insulto e preconceito, são tema mediático, enfim, quase que são azo à revolução. Ou esta gente não tem mais que fazer, ou são todos completamente parvos. Mas onde é que ficou o bom senso?
Sim refiro-me ao caso de José Rodrigues dos Santos e o seu "deputado ou deputada". E o que tenho a dizer é que ...[rufos]... foi claramente um LAPSO. Deal with it.
O jornalista apenas noticiava que o deputado mais velho tinha 70 anos e por não saber de quem se tratava (porque ele não tem a obrigação de saber o ano de nascimento de todos os deputados) e por também, lá está, querer ser politicamente correcto, referiu os dois géneros, pois podia ser macho ou fêmea. Ele NÃO sabia. Não, não foi nenhuma piadinha de mau gosto. Foi apenas um jornalista a querer fazer o seu trabalho da melhor forma possível, ou como pensou na altura que seria a melhor forma. Parem lá de querer arranjar discriminação onde não há, porque discriminação já há bastante. Agora vejo os portugueses todos armados em defensores dos direitos humanos pelas redes sociais a condenarem o jornalista. É que arranjam qualquer coisinha para se pronunciarem de bons feitores. A retórica é muita. Será por se tratar de um deputado? Vejo frequentemente pessoas mediáticas em Portugal a serem verdadeiramente insultadas e mediocrizadas pela sua sexualidade e ninguém os defende. Onde é que ficou a vossa moral? Só se usa às vezes? Tenham dó. E os casos de violência doméstica e mulheres assassinadas que assolam este país de primeiro mundo? Também não vejo ninguém do povo a falar disso nas redes sociais. Desculpem lá mas VÃO À MERDA. E como referiu depois José Rodrigues dos Santos ao falar deste caso. "Não sabia que Quintanilha era homossexual nem me interessa". Pronto! Podemos continuar com as nossas vidas?




terça-feira, 6 de outubro de 2015

Eu tinha que fazer algum comentário ao dia de hoje

Porque saiu o trailer para o capítulo final de Hunger Games - Mockingjay part II - e dia em que foi publicado uma nova versão do Twilight, trocando os géneros das personagens.
Pop culture bitches, go cray-cray-crazy. 
Quanto ao trailer, not enough Peeta in it, Já a nova versão do Twilight, só me faz questionar se a versão masculina da Bella será igualmente sonsa e se vai haver algum fanfic chamado Miss Grey depois disto.

Slow week?


sábado, 3 de outubro de 2015

Acerca de um post que escrevi há uns dias

Sabes que estás a ficar francamente ignorante em português, quando em vez de escrever "pele de galinha", escreves "pêlo de galinha".




KILL ME. NOW. QUICK.




Marlon Brando e o gato. Bom fim-de-semana!

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Cidades de amor e ódio


When a man is tired of London, he is tired of life  just as tired as anyone else, really.


Decidi reescrever a famosa expressão de Samuel Johnson. Hoje conversava com um colega, quando ele me diz "faz dois anos que cá estou (em Londres), não me imagino a viver aqui para sempre". Ao que eu (já veterana nisto de me querer ir embora) respondo prontamente "pff, não imaginas tu nem ninguém, toda a gente diz que Londres é espectacular, é espectacular, mas a verdade é que quase toda a gente quer ir embora e só estão aqui pelo dinheiro ou pelo emprego".
Quando nisto, chega o nosso manager que é inglês, e diz "claro que é só pelo dinheiro, Londres é como um super aeroporto, com pessoas a chegar e a ir embora, que não se preocupam com mais nada a não ser os seus pertences, comem que nem uns porcos e seguem caminho".
Foi a melhor comparação que já ouvi.



segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Emmys






Mais do que merecido minha querida Viola Davis. A tua Annalise deixou-me com pele de galinha todo o santo episódio. Que pena que tenhas abandonado a série.


domingo, 13 de setembro de 2015

O voto do... meh

Veio-me hoje ao pensamento que daqui a menos de um mês, serão as eleições legislativas em Portugal.
Quando era mais nova, tinha mais consciência política do que agora. Não participava activamente na forma do "fazer parte de alguma juventude partidária ou assim", mas tinha opiniões e tinha tendências. Vivia mais informada, e acima de tudo, sentia aquele grande dever de ir votar. Não entendia a abstenção e até me dava raiva. Votei algumas vezes em branco porque, para mim sim, esse é o voto do protesto (eu sei que o voto é secreto).
Lembro-me de quando era pequena ir acompanhar os meus pais nos dias das eleições e pensar que mal podia esperar para me ser também dada aquela honra. Lembro-me de ter sentido essa honra a primeira vez que fui votar em 2005.  Achava (e ainda acho) a democracia assim para lá de espectacular.
Passados dez anos da minha primeira ida às urnas, as minhas circunstâncias mudaram tanto, que me tornei um daqueles zombies que vivem a leste do que acontece com os nossos governantes e deputados. Ok, também não estive presa (no pun intended), tenho acompanhado alguns títulos. Mas já não tenho opiniões, nem tendências políticas.
Assim de longe, acho que todas as cores fazem falta no parlamento, mas não conheço a grande parte dos candidatos e principalmente as suas propostas (se é que isso conta para alguma coisa, já sabemos). Venho daquelas famílias, a escassear em Portugal, que ainda olha para a política com a melhor das intenções, isto é, sem interesses. Mas talvez por isso mesmo, hoje em dia já não tenho pachorra para política. Vi tanta coisa a nível local que pode muito bem ser um espectro do que acontece a nível nacional. Mas somos um país da Europa do sul, análogos a esta "individualidade acima da comunidade", e assim, como já foi dito muitas vezes "nunca chegaremos a lado nenhum". De resto que prevaleça a esperança, e que um dia possamos ter de novo essa visão romântica do líder que nos conduziu a bom porto, mesmo que seja só reconhecido uns cem anos depois. Embora não dê muito jeito, que já não estaremos por cá nessa altura, os poucos de nós que não são vampiros.




quarta-feira, 9 de setembro de 2015

O que tem de ser, tem muita força

É incrível como, por vezes, há coisas que acontecem que são o empurrão que nos faltava. Uma dose extra de motivação. Eu sou daquelas pessoas que, sim, admito, estou sempre à espera de algum "sinal divino" para tomar decisões importantes. E quando esse tal sinal vem, não me restam dúvidas, nem me restam medos.




terça-feira, 1 de setembro de 2015

Welcome!


Her bones will ache, Her mouth will shake, And as the passion dies, Her magic heart will break
She'll fly to France, 'Cause there's no chance, No hope for Cinderella
Come September
 

Her violet sky, Will need to cry, 'Cause if it doesn't rain, Then everything will die
She needs to heal, She needs to feel, Something more than tender
Come September, Everything wrong gonna be all right
Come September


The souls that burn, Will twist and turn and Find you in the dark No matter where you run
But lost her spark, And what she's pushing for, She can't remember

Everything wrong gonna be all right
Come September



Natalie Imbruglia, Come September



segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Insta aqui, insta ali

Como em tudo o que toca a tecnologias e aplicações, levo sempre um atraso de três anos, mas chego. Estou no Instagram. Ali à esquerda.


É nisto que dá pensar na vida enquanto se lava a loiça

"If you're good at something, never do it for free" é a expressão a que eu junto and if you love to do something, never do it for money (or at least, thinking about money).



sábado, 29 de agosto de 2015

Ambições

 - Voltar a fazer rádio;
- Viver numa cidade à beira-mar;
- Tirar um mestrado (não para fins de empregabilidade mas para aprender e escrever sobre algo que me dê gozo);
- Conhecer vinte países europeus;
- Escrever um livro;
- Visitar Nova Iorque;
- Poder viver num sítio em que possa ter um cão, ou dois;
- Visitar o Chile e/ou Brasil;
- Aprender um instrumento musical;
- Ser activa e saudável;
- Visitar a Indonésia;
- Reaprender francês e aprender uma nova língua;
- Poder estar junto da minha família e amigos o máximo tempo possível.
 
 Eh pá, agora para tratar disto tudo, é que vou ter que me esticar. Mas seria uma mulher realizada. Ainda sacrificando dois ou três, já vou bem feliz.



Ai vida

Cada vez mais me custa voltar para cá quando vou de férias a casa.


quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Alívio é...

É receber uma menagem tipo "temos que falar" e sentir que há uma grande possibilidade de abandonar o barco em paz. De não ter que sair abruptamente. E de sentir uma estranha alegria por uma quebra de qualquer coisa em que eu não me correspondia. É voltar à vida a que estamos habituados. É voltar ao nosso caminho, o único que conhecemos.


domingo, 2 de agosto de 2015

Meu querido mês de Agosto



Já estou a ficar com aquela alegria extra de quem vai a casa brevemente! Ansiosa por estar com a família, o gato, os velhos amigos, passear pela minha cidade, ir às festas e concertos todas as noites, comer aquelas comidinhas boas, beber umas boas cervejas sem ter que declarar falência... Enfim.
Em Agosto há sempre tanta coisa a acontecer, e há tanta gente para ver. Até estou um pouco apreensiva. Desde que me mudei para Londres, nunca fui à terrinha em Agosto. De certo vou ver quem não vejo há muito tempo e fazer coisas que não faço há muito tempo também. E estou assim a modos que, quero celebrar!


P.s. em modo rebarbada - Peço desculpa por ainda me estar a guiar pelo calendário do ano passado, mas ainda não se fez outro igual.

domingo, 26 de julho de 2015

Pequeno update de "como está a minha vida"



Faz dois meses que estou no meu novo trabalho, e digamos que as coisas melhoraram bastante para mim. Consigo notar que estou muito mais motivada. O facto de trabalhar perto de casa dá-me o luxo de levar uma vida bastante relaxada. Também tenho a sorte de te ir ido parar a um sítio com pessoas com a mesma pancada que eu, e as brincadeiras dentro e fora do trabalho têm sido muitas. Sinto que estou a criar amizades ali, e só me aflige o facto de que as vá perder ao arranjar outro trabalho.
Sim, claro que vou continuar a procurar por trabalho na minha área. E vou reabrir a caça ao emprego depois de voltar das minhas férias. Estou com fésada.
Em Agosto (já daqui a uns dias), vou passar duas semanas em Portugal. Quando regressar pretendo aproveitar o resto de "Verão" que Londres tem para oferecer no último fim-de-semana de Agosto (que é prolongado porque a última segunda-feira do mês é feriado por cá). Depois segue-se o fim-de-semana do meu aniversário na Noruega. E então sim, vou concentrar quase todas as minhas forças e muito do meu tempo na minha vida profissional. Já se sabe que Setembro é um mês de inícios, é um segundo "ano novo", e como já disse outras vezes por aqui, para mim, marca sempre uma viragem.
 

domingo, 19 de julho de 2015

Falemos de alimentação

Acabei de ver o tão falado (por cá) programa do Channel 4 - "World's Best Diet" - que qualifica num ranking dos piores para os melhores, os hábitos alimentares de vários países num top 50. Das coisas mais interessantes que vi ultimamente. Não é de espantar que a dieta mediterrânica esteja no top 3, ou que os países que ficaram muito limitados às importações americanas estejam no fundo da lista. Também se fala de muitas outras coisas, como o "paradoxo francês"(todos aqueles queijos e patês e eles tão saudáveis, as bestas), ou esse veneno que é o xarope de milho (ao qual descobri recentemente que sou intolerante, mas ao menos sou intolerante a uma coisa que não me faz falta nenhuma, amén).

Nunca liguei muito ao tema "alimentação", ou melhor "nutrição". Acho que nunca comi mal, talvez pelo facto de ter crescido numa cidade do meio rural e ter acesso a tudo biológico, principalmente os vegetais e a carne. Quando me mudei para Londres comecei a comer pior, porque é caríssimo ter uma alimentação dita biológica por aqui. Mas agora faço os possíveis. Comecei a aprender mais sobre o que como quando o meu corpo teve uma espécie de "shut down", no início do ano passado. Claro que muito foi devido ao stress, mas muito foi também devido ao meu sistema imunitário estar muito fraco devido à falta de vitaminas e proteína. I know better now, como se diz por aqui. É que eu estava habituada a que as comidinhas boas me aparecessem na mesa e não me importava muito com isso. Agora tenho que ser eu a ir "caçar". Ah, pois.

Outra coisa que é preciso ter em mente, é que o importante é ser saudável e ter um peso equilibrado que nos convém. Andar bem nutrido é andar feliz!

Aqui fica o link http://www.channel4.com/programmes/the-worlds-best-diet/on-demand/

domingo, 12 de julho de 2015

About last night

É verdade que com os anos, ganhamos sabedoria, pelo menos sabedoria emocional. Há mesmo uma grande diferença entre os vinte e poucos e os vinte e muitos. Eu sinto essa diferença. Pena é que nem todos ganhemos essa sabedoria. Ou aqueles que quiseram ser crescidos cedo de mais, passam agora pela fase da adolescência. Agradeço tanto aos meus pais por me terem criado assim, por não me terem deixado deixar de ser garota antes que eu deixasse de o ser. Eles sabem e eu sei que fui garota até bastante tarde e ainda bem que assim aconteceu. Aprende-se bastante quando ainda se vive nesse "mundo encantado dos brinquedos". Brinquei muito e também brincaram muito comigo. Baloicei, baloicei, para trás e para a frente, sempre ao ritmo de quem estivesse a empurrar o baloiço. Agradeço nunca ter tido uma relação séria porque sei que nunca lhe teria dado valor. Porque sempre fui aquela miúda que não queria casar ou ter filhos quando crescesse. Nunca corri atrás do romantismo. Mas no fundo, sempre tive aquela ponta de esperança. Mas a esperança nunca esperou por mim. Talvez seja por isso que agora sei o que quero. Agora não perco tempo, e não dou tempo a pessoas que gostam de perder tempo. Não tenho medo de estar sozinha e finalmente, sinto que também não tenho medo de estar acompanhada. Sei que a vida é para aproveitar, e se é com alguém especial ao lado, ainda melhor. Cresci. Agora sou feliz porque cresci. E puxo pelo meu próprio baloiço.


segunda-feira, 6 de julho de 2015

Coisas que me irritam solenemente

Que falem para mim como se eu fosse uma criança. Ou atrasada mental. Em contexto de trabalho. Passo-me.

E já que estamos nisso, também me irrita que me queiram "adoptar". Tenho um pai e uma mãe e vou fazer 28 anos, sou independente financeiramente e tomei bem conta de mim até aqui. Mas que caraças?


domingo, 5 de julho de 2015

Focus

Tenho que parar de pensar em coisas que não interessam para nada. A quantidade de tempo que eu perco a pensar em coisas que não interessam é deveras muito elevada. Já não tenho idade para isto. Já não tenho idade para estas tretas. Que eu não me faça perder tempo. Fod@-se.



segunda-feira, 22 de junho de 2015

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Sim, mudei outra vez de trabalho

Mãe e Pai a pensar que eu tenho uma personalidade instável em 3.. 2.. 1...

Vá não, a minha mãe diz que está muito contente! É que agora estou a trabalhar mesmo mesmo ao pé de casa, quinze minutos a pé. Em Londres. Oh yeah bitches, hate me.
Adeus rush hour no metro, adeus rush hour no autocarro. Adeus despesa descabida de transportes. Adeus empurrões e filas. Adeus trânsito. Olá caminhadas pelo bairro. Olá mais-tempo-para-mim. Olá dormir-até-mais-tarde. Olá pequenos-almoços relaxados. Olá e bem-vinda de novo, vontade de fazer o jantar. Olá tempo para praticar ukulele. E principalmente... Olá blog! Já tinha saudades tuas pá.