sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Grécia, Grécia

Terra do azeite, do iogurte e do queijo de cabra e ovelha.
Passei lá uma semana divertida e relaxante. Vi muitos pores do sol. O mar é tudo o que se pode pedir, água quentinha e transparente. O sol de Setembro é como em Portugal, daqueles que ainda dá para esturrar na praia, e a brisa quente dos finais de tarde, a melhor forma de acabar o dia na praia e nos despertar o apeite para o jantar. Pronto, é quase o paraíso. Nunca tinha passado assim uma semana inteira de férias na praia, e se antes por momentos, pensei que me ia aborrecer, estava bem enganada. Ainda tinha lá ficado mais alguns dias. Matei saudades de comer boa fruta, Os tomates, senhores, os tomates! Haha. Tão bons como os portugueses, aqueles que nem precisam de sal.

Os Gregos são simpáticos, e pelo menos em Malia, não devem estar habituadas a turistas portugueses, porque nos faziam sempre uma festa (claro que nós lhe devemos trazer boas recordações por causa do Euro), mas é algo diferente entre todos os Alemães que enchem as praias, e os Ingleses que enchem os bares.
E achei até engraçado e pitoresco, como lá as pessoas ainda têm aquela atitude muito "sul da Europa", como era Portugal aqui há uns anos, e ainda é nas terras mais pequenas. Ainda se fuma em todo o lado por lá, mas os recepcionistas do hotel a pegar nos nossos passaportes com um cigarro na mão, ou até no café nos servirem de cigarro na mão é qualquer coisa. Welcome to the south. E o pessoal a levar os putos pendurados na motas, um à frente e outro atrás, e vamos embora. Haha. E claro, não há ninguém que pare na passadeira para deixar os peões passar. Pff. Peões? Qué isso? Estes malucos que andam a pé, que esperem.
E fora de contexto, os supermercados por lá são caros que até dói. Foi a única coisa que senti falta, os precinhos dos supermercados ingleses.

Depois, há gatos por todo o lado. Os Gregos devem adorar gatos, porque até nas lojas de souvenirs havia muitas coisas com gatos. Eu perdi a conta a quantos gatos fiz festas aqui e ali. E no nosso hotel tínhamos cães a guardar-nos, uma cadela, a Lisa, e um cão que apelidámos de Sócrates porque não sabíamos o nome, e claro, também matei as saudades de fazer festas a cães. É que em Inglaterra é ao contrário de todo o lado, os gatos são fáceis (uns oferecidos) e os cães não ligam nenhuma às pessoas (basicamente já têm mimos de sobra dos donos).

Festejei o meu aniversário por lá a começar com um banho no mar à meia-noite. Calma, o mar é calmo! E nós não somos malucas. Tive o meu jantar de anos num restaurante à beira-mar com quantidades enormes de comida (nossas senhora, tantas lulas para uma barriga só) e ainda me ofereceram a sobremesa, e nessa noite viam-se fogos de artifício do outro lado da praia. Inesquecível.

No noite antes de virmos embora ainda fomos a um segundo mergulho nocturno no mar para a despedida. E no último dia, como o nosso vôo era bastante tarde, tivémos tempo para as ruínas e o Parque Arqueológico. Algo cultural, já que a semana tinha só sido praia e boa vida.

E pronto, agora mais uns dias de descanso (vou aproveitar para fazer arrumações, ler, e ver muitos filmes), depois mais um aniversário (o da minha chegada a Londres) e depois sim, regresso ao trabalho.


A 'marela!

Cá está um nos nossos amigos felinos





O Sócrates e a Lisa

Sunset

O senhor do bar preparou-nos um cantinho para ver o jogo de Portugal, 94 minutos das nossas vidas que não vamos recuperar

More sunset

Praia

Piscina

Thalassa Restaurant, Malia

Croissanzilla, o maior croissant que alguma vez comi

Basicamente, um Calippo de morango dentro de um copo

Leitura de férias, Gone Girl, ansiosamente à espera do filme que estreia em Outubro
Bolinho

Comida boa

Iogurte grego e licor
Na loja de gelados mais fofa

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