segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

My bells are ringing out for Christmas Day!


Estamos quase lá Julian, estamos quase lá!

Enquanto preparo a mala e os últimos detalhes e faço fisgas para que o meu vôo saia amanhã (porque está um temporal de fazer voar casas), aproveito para desejar a todos um Feliz Natal, muita paz e amor e coisas boas. Se estão junto da família relaxem e divirtam-se, se estão sozinhos juntem-se a alguém e apanhem uma valente tosga, relaxem e divirtam-se e cantem esta canção:


Bom foi só uma sugestão. 
Eu vou cantando e fazendo a festa sozinha. Amanhã por esta hora espero já estar em Bragançólândia, e essa é a única prenda que quero este ano (tá bom Easyjet??).

 

E não poderia faltar...

 

E já me esquecia!!

  

Espero que gostem das minhas excelentes escolhas de música natalina, eu sei que tenho um gosto excepcional... Fui!



terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Frozen


 Escrevo-vos este post enquanto bebo o meu chá com sumo de lima e mel, porque valha-me o carmo, eu tenho queda para me constipar sempre nas melhores alturas (not!). Tem sido uma semana, aliás duas semanas longas de trabalho, já mal levo a conta em que dia de semana ando, mas sei que faltam sete dias para ir até casa, woo hoo! Mas nem só de trabalho vivem os plebeus. Às vezes também nós, simples criaturas mundanas, precisamos de um pouco de magia no nosso dia, e nada melhor que um filme da Disney no Natal, para nos pôr a ver o mundo como se fôssemos de novo crianças. Eu já aqui tinha dito que queria ir ao cinema antes do Natal. Pois o filme que eu estava a aguardar é o novo da Disney, Frozen, que na realidade eu até queria ver em 3D, porque nunca vi um filme em 3D e tenho a sensação que essa era uma das minhas resoluções para 2013 (eu sei, sonho alto) se bem que não me lembro (talvez vá ainda ver o Gravity). Anyway. Adorei o filme! Recomendo a toda a gente para ver este Natal. Como um bom filme de animação, tem comédia, fofura e uma bonita lição. Ah, e finalmente uma protagonista da Disney com o meu nome! Yay, estou realizada.

A estória assim por alto: Elsa é a herdeira do trono de Arendelle, e tem um dom que esconde, para não proteger os seus súditos e principalmente a sua irmã mais nova Anna, a quem Elsa ama mais que tudo. Mas no dia em que é coroada rainha, um acidente acontece que faz com que Elsa, Anna e mais umas quantas personagens embarquem numa aventura debaixo de muito gelo. Daí o nome do filme.

Outro dos motivos para ver o filme: este é um dos filmes que sem dúvida se adapta ao novo conceito de princesas Disney. Mulheres fortes e independentes que têm diferentes valores e coisas mais importantes com que se preocupar do que arranjar marido.

Fica aqui o tema principal do filme, com a rainha Elsa a cantar o seu hino de independência *.* :

 

The snow blows white on the mountain tonight
Not a footprint to be seen
A kingdom of isolation, and it looks like I'm the queen
The wind is howling
Like the swirling storm inside
Couldn't keep it in
Heaven knows I try
Don't let them in, don't let them see
Be the good girl you always had to be
Conceal, don't feel, don't let them know
Well, now they know

 
Let it go, let it go
Can't hold it back anymore
Let it go, let it go
Turn my back and slam the door
And here I stand
And here I'll stay
Let it go, let it go
The cold never bothered me anyway


It's funny how some distance
Makes everything seem small
And the fears that once controlled me
Can't get to me at all

(...)
Up here in the cold thin air I finally can breathe
I know I left a life behind
But I'm too relieved to grieve

Standing frozen in the life I've chosen
You won't find me, the past is so behind me
Buried in the snow


Agora já não sei qual a minha música favorita da Disney se esta, se a Reflection (Mulan). Bah.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Oh Meu Deus que andamos tão saudáveis


Jantar de hoje e almoço de amanhã. Uma foto de comida para preencher a falta de assunto.

Aviso já que este blog é capaz de escassear em actualizações nos próximos tempos, já que até ao Natal, vou trabalhar TODOS OS DIAS! Não, não fui apanhada em nenhum esquema de escravização de emigrantes. Somente decidi que vou fazer algum trabalho extra nos meus dias de folga, já que até ao Natal não tinha planos nenhuns, e pode ser que assim o tempo passe mais rápido. Claro que também quero juntar algum dinheiro extra. 2014 está quase aí e há viagens e mudanças que quero fazer.
Enfim, hoje foi o primeiro dia de uma longa jornada laboral. Nos entretantos (os dias em que saio mais cedo) espero ir ao cinema, espreitar os mercados de Natal lindos desta cidade, ver Convent Garden iluminado (que ainda não vi) e afins.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Sejamos realistas...

A única vitória em sair de casa dos pais é esta:





P.S. - Chegou aquela altura de ver o "Sozinho em Casa" pela 157ª vez. Não, eu não mudo de canal e assisto sempre que está a dar na TV. Sei as falas de cor. Adoro a banda sonora, a qual oiço repetidamente por estas alturas. John Hughes é fantástico. É o meu filme de Natal favorito. And it's not even a guilty pleasure.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Atenção: este post tem elevado cariz comercial

Que importa. Já é Dezembro, já posso falar de Natal sem ser chata.
Aqui há coisa de um mês estava a ver TV quando passou o anúncio de Natal da John Lewis deste ano. Fiquei com um sorriso nos lábios e uma lágrima no canto do olho, e desde lá já vi o anúncio dezenas de vezes e não me canso. É o melhor anúncio deste ano, e para mim, o melhor anúncio de Natal de sempre. Sim, os ursinhos polares da Coca-Cola também me deixavam sempre com um sorriso mas este anúncio aquece o coração. E a versão da canção dos Keane na voz doce da Lily Allen só me faz derreter ainda mais.




Visita ao Guardian

Nestes últimos três meses estive a fazer uma formação de Jornalismo em inglês para dar um update ao currículo, mas sem nenhum objectivo em especial. Nem sei se quero voltar a trabalhar em Jornalismo, mas foi bom voltar a escrever artigos e principalmente praticar o inglês e aprender novas expressões.
Também aprendi uma ou outra coisa nova. Nunca tinha escrito por exemplo um obituário, que foi um dos trabalhos que mais me deu gozo fazer, já que tivémos que escrever obituários para pessoas ainda vivas, algo que é muito comum fazer nas agências noticiosas, principalmente quando as personalidades já são mais velhinhas ou vivem estilos de vida perigosos. Eu "matei" o Woody Allen e acho que foi dos meus artigos aquele que a professora mais gostou e disse ser uma pena não poder publicá-lo na nossa newsletter de fim de curso porque o homenzinho ainda está vivo, né. Mas lá estará um artigo de opinião que escrevi sobre as feministas FEMEN, um vox pop sobre os preços da habitação em Londres e uma film review.
Na penúltima semana tivémos como presente, uma visita de estudo ao quartel-general dos jornais "The Guardian" e "The Observer". Ficámos a saber sobre a história do jornal e como é o dia-a-dia da redacção. Ficam pormenores interessantes como: o "The Guardian" é o único jornal em que a reunião de redacção da manhã (aquela em se discute o que está na ordem do dia e se decide sobre o que se vai escrever) é aberta a toda a gente, literalmente toda a gente que trabalha lá. Até os senhores da limpeza podem lá aparecer e dar uma sugestão para uma notícia. E o jornal tem três edicões quando é impresso durante a noite, ou seja, é actualizado três vezes, sendo a última às quatro da manhã. Como os pontos de impressão são em Londres e Manchester, isso significa que é nestas áreas que se vende a última edição impressa, ou seja, as notícias mais fresquinhas, caso aconteça algo durante a noite. Como pode acontecer. Eles mostraram-nos o exemplo do dia em que a actriz Farrah Fawecett morreu em Junho de 2009. Uma bonita imagem na capa, primeira edição impressa e prontinha a ser distribuída, mas alguém mais famoso morreu nessa noite... Michael Jackson, e não havia nada escrito, porque ninguém esperava, e o jornalistas de música estavam todos no festival de Glastonbury de onde não podiam recolher material nenhum. Acabou por ser o editor de desporto a escrever o obituário para o MJ a velocidade-luz para imprimir na última edição (e safou-se bem pelos vistos). O que não impediu quem morasse nos cascos de rolha, tipo Cornualha e afins, recebesse o Jornal com a Farrah Fawcett na capa. Claro que com a internet e o facto que é lá que toda a gente lê notícias e já ninguém compre jornais de tiragem diária, isto pouco valor tem, mas eu acho sempre piada a estas estórias, e faz-me sempre lembrar que esta profissão tem aquela adrenalina que a torna deveras interessante.
E para cereja no topo do bolo, tivémos a oportunidade de conversar e fazer algumas perguntas ao jornalista Peter Walker, o que veio mesmo a calhar, já que foi este mesmo que investigou o caso das três mulheres mantidas escravas numa casa de Londres.
Depois de falarmos sobre isto e aquilo, ele deixou algumas palavras àqueles de nós que ainda querem ser jornalistas "What I love in this job is to tell the truth that some don't want to tell. I have never regretted to become a journalist. You have to accept that your job will never make you rich, but it will be worthy".