quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Nós somos engraçados.


Nós, pessoas. Temos a lição estudada e prometemos tanto a nós próprios e depois, totalmente diferente da doutrina, é a forma como levamos, ou deixamos que os outros levem, a nossa vida. Porque é que estamos sempre a fazer comparações? Cada um é para o que é e não podemos todos fazer ou gostar das mesmas coisas. Não podemos comparar pessoas nem comparar vidas. Nada é perfeito, muito menos o que nos parece perfeito. Porque é que ajudamos quem não se interessa por nós e somos injustos com quem gosta de nós? E porque é que procuramos a constante aprovação de quem nem sequer quer saber da nossa existência? Porque é que nos justificamos a quem não devemos qualquer explicação? Porque é que estamos sempre a tentar pertencer? Há coisas a que não vale a pena pertencer. Sim, há lugares onde eu e tu nunca vamos pertencer, e isso não é mau, é bom! E porque é que temos medo? Medo de falar? Medo de agir? Medo de ser? Quanta energia temos que gastar a fugir daquilo que somos, até perceber que esse é o caminho certo? Vamos encher o mundo de nós, não nos deixar influenciar por caras tristes e muito menos, comportamentos tristes. Vamos pôr cá fora aquilo que temos cá dentro. Sonhos? Sim! Loucura? Faz sempre falta. Arte? Por favor. Soluções? Venham elas. Um grito de revolta? Seja. Amor? Sinta-se em casa.
Digo eu a eles, e de mim para mim.

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